58º. RANCHO DO RADIOAMADOR GAÚCHO

08, 09 e 10 de outubro de 2010

www.ranchodoradioamador.com.br

São Gabriel – RS

São Gabriel será sede do maior evento do Radioamadorismo Gaúcho, o Rancho, que reúne grande número de participantes, radioamadores, familiares, simpatizantes, clubes, associações ligadas a esta atividade. Um grande evento que envolve o trade turístico, como hotéis, restaurantes, empresas, visitantes, entre outros. Um grande público que irá confraternizar na Terra dos Marechais.

No ano de 2008 foi realizado o 56º Rancho em nossa cidade, obtendo êxito, com a presença de elevado número de participantes, oriundos de várias partes do país e países vizinhos, como o Chile a Argentina, totalizando 56 cidades.


PROGRAMAÇÃO


SÃO GABRIEL – 8, 9 e 10 de outubro de 2010

  • SEXTA-FEIRA - Dia 08 de outubro
    • 10:00h – Recepção e orientação de hospedagem
    • 11:00h - Credenciamento
      • 13ª Cia Com – Sede do Evento
    • 12:00h - Almoço Livre (Restaurantes apoiadores do evento: desconto aos participantes)
    • Exposição de viaturas, equipamentos de radio e troca de informações antenas e rádios da 13º CIA COM MEC
    • À tarde – City Tour Comércio Local
      • Pilche Moda em Couro
      • Cooperativa de Lá Tejupá
      • Casa do artesão
      • Chocolates Tiarajú
    • 21:00h - Jantar Campeiro (na sede do evento)
      • CTG Sentinela do Forte
      • Show com a cantora Patrícia Possatti e Renan
      • Apresentações artísticas

SÁBADO – Dia 09 de outubro

    • 07:00h - Recepção aos visitantes, credenciamento e orientação de hospedagem
    • 08:00h – Realização de Provas para radio amadores (ingresso e troca de classe)
    • 09:ooh – futebol com time de radioamadores contra militares da 13 º cia com , obs o time será montado minutos antes , então traga seus tênis .
    • 10:00h – Painel sobre Radioamadorismo Associativo
      • Incentivo ao associativismo – fortalecimento da representatividade
      • CLUBE: Tem que ser simpático/ atraente à comunidade radioamadora que o cerca
      • A associação é voluntária e não obrigatória!
      • A motivação deve ser via atividades radioamadorísticas
      • Privilegiar a informação, treinamento, prática operacional, aproximação dos radioamadores e seus familiares.
    • 12:00h - Almoço Livre (Restaurantes apoiadores do evento: desconto aos participantes)
    • 14:30h – Palestra – Identifique a antena ideal - PY3UA – Barros
      • Para a sua estação qual a melhor antena?
      • Qual o seu objetivo no radioamadorismo?
    • 15:00h - City Tour roteiro históricos cultural do município
    • 16:00h – Reunião da Labre/RS com rádio-clubes e radioamadores interessados
      • Relatório da Diretoria da LABRE-RS
      • Situação da LABRE-RS
    • Assuntos Gerais
      • Concurso Farroupilha
      • 3o ENCOSUL DX
    • 19:00h - Abertura oficial do evento com presença de Autoridades
    • 21:00h - Jantar Dançante do 58º Rancho do Radioamador Gaúcho
      • Concurso Farroupilha
      • Apresentações artísticas Cia de Danças Valéria Lacerda
      • Musical Destaque

DOMINGO – Dia 10 de outubro

  • 07:00h - Rodada de chimarrão Com apresentacões de artistas da terra
  • 09:00h – Exposição e Brique Eletrônica
  • 10:00h – Reunião com LABRE/RS, Clubes e Coordenação do Rancho p/ escolha do Local para o próximo evento
  • 11:00h - Homenagens, brindes, entrega de Troféus “Concurso Farroupilha” e Certificados de Participação no 58º Rancho do Radioamador Gaúcho
  • 12:30h - Almoço de Confraternização
    • Apresentações artísticas
  • 14:00h - Encerramento do 58º Rancho do Radioamador Gaúcho


SITE .

www.ranchodoradioamador.com.br

Paulo Roberto Neves Barboza py3pz .

Fone : 55 9983-4242

Email: py3pz@hotmail.com

O transistor

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O transistor foi inventado nos Laboratórios da Beel Telephone em dezembro de 1947 ( e não em 1948 como é freqüentemente dito) por Bardeen e Brattain.
Descoberto por assim dizer, ( visto que eles estavam procurando um dispositivo de estado sólido equivalente à válvula eletrônica ), acidentalmente durante os estudos de superfícies em torno de um diodo de ponto de contato.

Os transistores eram portanto do tipo point-contact, e existe evidência que Shockley, o teorista que chefiava as pesquisas estava chateado porque esse dispositivo não era o que estava procurando. Na época, êle estava procurando um amplificador semicondutor similar ao que hoje chamamos de “junção FET”.

O nome transistor foi derivado de suas propriedades intrínsecas “resistor de transferência”, em inglês: (TRANsfer reSISTOR). Os Laboratórios Bell mantiveram essa descoberta em segredo até junho de 1948 ( daí a confusão com as datas de descobrimento ).

Com uma estrodosa publicidade, eles anunciaram ao público suas descobertas, porem poucas pessoas se deram conta do significado e importancia dessa publicação, apesar de ter saido nas primeiras páginas dos jornais.

Embora fosse uma realização científica formidável, o transistor não alcançou, de imediato, a supremacia comercial. As dificuldades de fabricação somadas ao alto preço do germânio, um elemento raro, mantinham o preço muito alto. Os melhores transistores custavam 8 dólares numa época em que o preço de uma válvula era de apenas 75 cents.
Shochley ignorou o transistor de ponto de contato e continuou suas pesquisas em outras direções. Ele reorientou suas idéias e desenvolveu a teoria do transistor de junção.

Em julho de 1951, a Bell anuncia a criação desse dispositivo. Em setembro de 1951 eles promovem um simpósio e se dispõem a licenciar a nova tecnologia de ambos os tipos de transistores a qualquer empresa que estivesse disposta a pagar $25.000,00.
Este foi o início da indústrialização do transistor.
Muitas firmas retiraram o edital de licença. Antigos fabricantes de válvulas eletrônicas, tais como RCA, Raytheon, GE e industrias expoentes no mercado como Texas e Transitron.

Muitas iniciaram a produção de transistor de ponto de contato, que nessa época, funcionava melhor em alta frequência do que os tipos de juncão. No entanto, o transistor de junção torna-se rapidamente, muito superior em performance e é mais simples e fácil de se fabricar.
O transistor de ponto de contato ficou obsoleto por volta de 1953 na América e logo depois, na Inglaterra.

Somente alguns milhares foram fabricados entre 120 tipos, muitos americanos ( não incluindo nestes números, versões experimentais ).
O primeiro transistor de junção fabricado comercialmente era primitivo em comparação aos modernos dispositivos, com uma tensão máxima entre coletor-emissor de 6 volts, e uma corrente máxima de poucos miliamperes.

Particularmente notável, foi o transistor CK722 da Raytheon de 1953, o primeiro dispositivo eletrônico de estádo sólido produzido em massa disponível ao construtor amador. Vários tipos de transistor foram desenvolvidos, aumentando a resposta de freqüência diminuindo os níveis de ruido e aumentando sua capacidade de potência.

Na Inglaterra, duas empresas mantiveram laboratórios de pesquisa não tão adiantadas quanto na américa: Standard Telephones and Cables (STC) e a General Electric Company of England “GEC”, ( não tem telação com a GE americana).
Foram feitas pesquisas na França e Alemanha sem efeitos comerciais.

Em 1950, um tubarão entra nessa pequena lagoa: a PHILIPS holandesa através da Mullard, sua subsidiaria inglesa, com uma planta completa para industrializar o transistor.
A meta da Philips era dominar 95% do mercado europeu, alcançando esse objetivo em poucos anos. A série “OC” de transistor dominou a europa por mais de 20 anos.

Os antigos transistores eram feitos de germânio, um semicondutor metálico, porem logo se descobriu que o silício oferecia uma série de vantagens sobre o germânio. O silício era mais difícil de refinar devido ao seu alto ponto de fusão, porem em 1955 o primeiro transistor de silício já era comercializado.

A Texas Instruments foi uma das empresas que mais tomou parte no desenvolvimento inicial dessa tecnologia, lançando uma série de dispositivos conhecidos na época pelas siglas “900″ e “2S”.

A grande reviravolta veio em 1954, quando Gordon Teal aperfeiçoou um transistor de junção feito de silício.
O silício, ao contrário do germânio, é um mineral abundante, só perdendo em disponibilidade para o oxigênio. Tal fato, somado ao aperfeiçoamento das técnicas de produção, baixou consideravelmente o preço do transístor. Isto permitiu que ele se popularizasse e viesse a causar uma verdadeira revolução na indústria dos computadores. Revolução tal que só se repetiria com a criação e aperfeiçoamento dos circuitos integrados.

RÁDIOS TRANSISTORIZADOS

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UMA PEQUENA HISTÓRIA DO TRANSISTOR

A necessidade de se construir aparelhos eletrônicos cada vez menores, levou os Laboratórios BELL dos EUA a desenvolver após o término da 2a guerra mundial, um componente de tamanho diminuto conhecido posteriormente como TRANSISTOR, estando nesta época, disposta a conceder por $25,000 uma licença para que alguma indústria produzisse este componente em grande escala.

Em 1951, uma companhia do Texas, a “Texas Instruments” ( TI ) obtém a licença para o desenvolvimento em larga escala deste componente, levando três anos para alcançar o processo de fabricação em massa do Transistor de Unijunção de Germânio.

Em 1954, após exaustivos testes em laboratório realizados por uma equipe de engenheiros, cria um método de produção em larga escala do transistor, preparando-se a partir daí, a lançar secretamente um pequeno rádio totalmente transistorizado.

Busca entre os principais fabricantes de rádios nos EUA, alguém que se dispusesse a fabricá-lo, tendo como única interessada a indústria “I.D.E.A” Industrial Development Engineering Associates de Indianápolis, Indiana.

Correndo contra o tempo, (pois os Japoneses também já dominavam a técnica de construção desse componente e estavam prestes a lançar um rádio de bolso) a I.D.E.A. e a Texas lançam no Natal de 1954 um pequeno rádio de bolso totalmente transistorizado, conhecido como “REGENCY TR-1″ .

REGENCY Mod TR-1
1o Rádio Transistorizado no Mundo.

Lançado em novenbro de 1954 em New York e Los Angeles com sucesso imediato e vendas acima de 100.000 rádios no primeiro ano de comercialização, este receptor de bolso transistorizado é alimentado por 1 bateria de 22 1/2 Volts, tendo seu circuito, 4 transistores de germânio.
Acondicionado em caixa de plástico preto com capa de couro, possui saída para fone de ouvido, sintoniza em OM de 535 a 1630 kHz. e foi vendido na época por $49,95.


HITACHI Mod WH-822H “KELLY”

Receptor portátil transistorizado, Made in Japan, fabricado em 1960, alimentado por 4 pilhas de 1,5 Volts, 8 transistores de germânio, sintoniza em OM de 535 a 1605 kHz e OC de 6 a 18 mHz.
Acondicionado em caixa de plástico preto com capa de couro, possui saída para antena externa, saída para dois fones de ouvido e antena telescópica que fica guardada em um orifício sob a capa de couro.

MINERVA Minx Mod. 571

A indústria Minerva iniciou a produção de rádios em 1919, e desde 1968 foi incorporada pela Grundig.

Receptor portátil transistorizado, Made in Austria fabricado em 1959, alimentado por 1 bateria de 6 Volts, 6 transistores de germânio, sintoniza em OM (com escala graduada em metros) de 200 a 580 mts.

MITSUBISHI Mod 8X 584A

Receptor portátil transistorizado, Made in Japan, alimentado por 4 pilhas de 1,5 Volts, 8 transistores de germânio, acondicionado em caixa de plástico vermelho com capa de couro marrom, sintoniza em OM de 535 a 1605 kHz e OC de 3.8 a 12 mHz, possui saída para fone de ouvido, antena telescópica, controle de graves/agudos e “band spread” ( sintonia fina ) para ondas curtas.

SPICA Mod ST 600

Os rádios Spica marcaram época entre os brasileiros, pois foi um dos primeiros aparelhos transistorizados a ser exportado em grande escala para o Brasil pelo Japão, despertando grande atração, devido ao seu pequeno tamanho.
O início da produção deste modelo de rádio se deu por volta de 1957, com algumas diferenças do rádio apresentado nesta foto, como por exemplo o Knob de sintonia que na época não possuía a estrela que lembra o logotipo da “Mercedes”.
Receptor portátil transistorizado Made in Japan, fabricado por SANRITSU ELEC. CO., LTD. por volta de 1960, alimentado por 4 pilhas pequena, 6 transistores de germânio, acondicionado em caixa de plástico com capa de couro marrom, com saída para fone de ouvido, sintoniza em OM de 550 a 1600 kHz.
A Sanritsu fabricou este rádio com outros nomes para outras empresas, como por exemplo o rádio Impala Mod ST-7D e Spiket Mod SP-600

ZENITH ROYAL 500


1o receptor a pilha da Zenith, fabricado em 1955, sete transistores, sintoniza de 550 a 1600kHz.
Alojado em caixa de nylon indestrutível, ótima sensibilidade, possui como novidade o fato dos transistores serem montados em soquetes e o controle de sintonia, equipado com desmultiplicador ( Vernier ) para facilitar o ajuste da estação.
Possui uma capa de couro onde se aloja um fone de ouvido.
Este garoto é meu companheiro de cabeceira até os dias de hoje.

GRUNDIG Modêlo 1059

Fabricado pela Grundig alemã em 1959, este rádio é considerado um dos inúmeros clones do Zenith Royal 500
Circuito composto de 6 transistores de germânio, alimentado por 4 pilhas tipo lapiseira
Sintoniza em OM, de 550 kHz. a 1650 kHz.

SANDHURST Mod STW-601

Rádio relógio despertador de bolso, sintoniza OM de 535 kHz a 1605 kHz.
Alimentado por uma bateria de 9 volts, o circuito é composto de 7 transistores de germânio.
É acondicionado em uma capa de couro escamoteavel para suporte.

PENNEYS Mod 6TP-555

Rádio de bolso fabricado no Japão pela Penncrest em 1962, sintoniza OM de 540 kHz a 1600 kHz.
Alimentado por uma bateria de 9 volts, o circuito é composto de 6 transistores de germânio.

TRUETONE Mod 3902

Um dos primeiros rádios de bolso fabricado nos EUA pela TRAV-LER para a Western Auto em 1955, sintoniza OM de 540 kHz a 1620 kHz.
Alimentado por uma bateria de 9 volts especial ( hoje em dia não existe mais o tipo de bateria usado neste rádio ), o circuito é composto de 5 transistores de germânio.
Em plena época da guerra fria, onde um suposto conflito envolvendo os EUA e a Rússia poderia desencadear a 3a guerra mundial, as indústrias de rádio da América colocavam duas marcas no dial dos rádios fabricados na década de 50, onde o ouvinte poderia sintonizar as estações que o auxiliariam em caso de ataque nuclear.
O dial vinha marcado com dois pequenos triângulos vermelho localizados próximo dos 620kHz e 1200 kHz.

WILCO Mod 360

Rádio de bolso fabricado no Japão pela Wilco em 1964, sintoniza OM de 550 kHz a 1600 kHz.
Alimentado por duas pilhas de 1,5 volts, o circuito é composto de 6 transistores de germânio.
Em função da baixa tensão de alimentação, este tipo de rádio assim como muitos, eram usados colados ao ouvido devido ao pouco volume fornecido ao alto-falante


As faixas e subfaixas do serviço radioamador no Brasil são normatizadas. As operações das estações devem limitar-se a faixas especificadas, bem como devem ser observadas subfaixas destinadas aos modos e tipos de emissão para as diversas classes:

NORMA RADIOAMADOR – ANEXO B

Aplicações do Serviço de Radioamador por Faixa de Radiofrequências

Faixa de 160 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

1.800 a 1.850 CW

1.800 a 1.810 CW

1.809 a 1.810 CW Emissões Piloto

1.810 a 1.820 Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes.

1.810 a 1.850 Fonia AM e Fonia SSB

Faixa de 80 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

3.500 a 3.800 CW

3.500 a 3.525 CW

3.520 a 3.525 CW Emissões Piloto

3.525 a 3.580 Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes.

3.580 a 3.620 Teletipo SSB (prioritário), Fonia AM e Fonia SSB

3.620 a 3.625 Dados SSB

3.625 a 3.780 Fonia AM e Fonia SSB

3.780 a 3.800 Fonia SSB Uso exclusivo para DX

Faixa de 40 metros (Operação Classes A e B. Classe C de 7.000 a 7.040 Khz)

Faixa (kHz) Aplicações

7.000 a 7.300 CW

7.000 a 7.035 CW

7.035 CW Emissões Piloto

7.035 a 7.040 Dados SSB e Teletipo SSB

7.040 a 7.050 Fonia SSB Uso Exclusivo para DX

7.050 a 7.120 Fonia SSB e Fonia AM Fonia SSB prioritário

7.120 a 7.140 Modos Experimentais (prioritários), modos não citados nesta faixa, Fonia SSB e Fonia AM (não devem interferir em segmentos adjacentes)

7.150 a 7.200 Fonia SSB e Fonia AM Fonia AM prioritário

7.200 a 7.300 Fonia AM

Faixa de 30 metros (Operação apenas para a Classe A)

Faixa (kHz) Aplicações

10.138 a 10.150 CW, Teletipo SSB, Dados SSB e Modos Experimentais. Respeitar largura de faixa de 3,0 kHz

Faixa de 20 metros (Operação apenas para a Classe A)

Faixa (kHz) Aplicações

14.000 a 14.060 CW

14.060 a 14.095 Teletipo SSB

14.095 a 14.100 Dados SSB

14.100 CW Emissões Piloto

14.100 a 14.115 Dados SSB

14.115 a 14.350 Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos experimentais e não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

14.286 Fonia AM Frequência de chamada AM

Faixa de 17 metros (Operação apenas para a Classe A)

Faixa (kHz) Aplicações

18.068 a 18.168 CW

18.068 a 18.100 CW

18.105 a 18.110 Dados SSB e Teletipo SSB

18.110 CW Emissões Piloto

18.110 a 18.168 Fonia SSB (prioritário), Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

Faixa de 15 metros (Classe A.Classe B de 21.000 a 21.300.Classe C de 21.000 a 21.150 Khz)

Faixa (kHz) Aplicações

21.000 a 21.450 CW

21.000 a 21.070 CW

21.070 a 21.125 Teletipo SSB

21.090 a 21.125 Dados SSB

21.125 a 21.149 CW

21.149 a 21.150 CW Emissões Piloto

21.150 a 21.450 Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

21.335 a 21.345 SSTV Prioritário

Faixa de 12 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

24.890 a 24.990 CW

24.890 a 24.920 CW

24.920 a 24.930 Dados SSB e Teletipo SSB. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

24.930 CW Emissões Piloto

24.930 a 24.990 Fonia SSB (prioritário), Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa.Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

Faixa de 10 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

28.000 a 29.700 CW

28.000 a 28.070 CW

28.070 a 28.200 Teletipo SSB

28.120 a 28.200 Dados SSB

28.200 a 28.300 CW Emissões Piloto

28.300 a 28.675 Fonia SSB

28.675 a 28.685 SSTV SSB

28.685 a 28.700 Fonia SSB

28.700 a 29.300 Modos Experimentais (prioritários), Fonia SSB e modos não citados nesta faixa. (não devem interferir em segmentos adjacentes).Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

29.300 a 29.510 Autorizados para comunicação via satélite

29.510 a 29.700 FM/PM Simplex ou repetidoras

Faixa de 6 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

50,00 a 50,10 CW Comunicados em CW e emissões piloto

50,10 a 50,30 Fonia SSB e CW 50,110 Frequência de chamada

50,30 a 50,60 Todos os modos Desde que não interfiram em segmentos adjacentes

50,60 a 50,80 Todos os Modos menos Fonia. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes

50,80 a 51,00 Todos os Modos Rádio controle permitido

51,00 a 51,12 Fonia SSB e CW Janela de DX Pacífico

51,12 a 51,48 Fonia FM/PM Repetidoras (Entradas) saída + 500 kHz

51,50 a 51,60 Fonia FM/PM Simplex

51,62 a 51,98 Fonia FM/PM Repetidoras (Saídas) entrada – 500 kHz

52,00 a 54,00 Todos os modos Desde que não interfiram em segmentos adjacentes

Faixa de 2 metros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

144,000 a 144,050 CW Reflexão lunar em CW prioritário. Contatos terrestres em CW autorizados desde que não prejudiquem a atividade prioritária segmento

144,050 a 144,100 CW

144,090 Frequência de chamada CW.

144,100 a 144,200 Fonia SSB, CW e Teletipo SSB Reflexão lunar e sinais fracos em SSB e eventuais contatos em CW. Teletipo SSB desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

144,200 a 144,275 Fonia SSB e CW 144.200 frequência de chamada Fonia SSB.

144,275 a 144,300 CW Emissões piloto.

144,300 a 144,500 Autorizados para comunicação via satélite (prioritário), CW, Fonia SSB e Fonia FM. Contatos terrestres em CW e Fonia SSB e Fonia FM desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

144,500 a 144,600 Fonia FM/PM Simplex sinais fracos.

144,600 a 144,900 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída + 600 kHz.

144,900 a 145,100 Dados FM/PM Exclusivo Radio Pacote.

145,100 a 145,200 Fonia FM/PM Simplex sinais fracos.

145,200 a 145,500 Fonia FM/PM Repetidoras (saída). Entrada – 600 kHz.

145,500 a 145,565 Todos os modos. Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritários (não devem interferir em segmentos adjacentes). Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes

145,565 a 145,575 Dados FM/PM Exclusivo APRS

145,575 a 145,800 Todos os modos. Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritário (não devem interferir em segmentos adjacentes). Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

145,800 a 146,000 Autorizados para comunicação via satélite.

146,000 a 146,390 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída + 600 kHz.

146,390 a 146,600 Fonia FM/PM Simplex

146,600 a 146,990 Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada – 600 kHz

146,990 a 147,400 Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada + 600 kHz.

147,400 a 147,590 Fonia FM/PM Simplex

147,590 a 148,000 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída – 600 kHz.

Faixa de 1,3 metro (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

220,000 a 221,990 Dados FM/PM

222,000 a 222,050 CW Reflexão lunar em CW

222,050 a 222,060 CW Emissões Piloto

222,060 a 222,100 CW 222,100 Frequência de chamada CW e Fonia SSB

222,100 a 222,150 CW e Fonia SSB Sinais fracos

222,150 a 222,250 CW e Fonia SSB

222,250 a 223,380 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída + 1.600 kHz

223,400 a 223,520 Fonia FM/PM Simplex

223,520 a 223,640 Dados FM/PM

223,640 a 223,700 Fonia FM/PM e Dados FM/PM Links e sinais de controle. Exceto Radio Pacote

223,710 a 223,850 Todos os modos Desde que não prejudiquem segmentos adjacentes.

223,850 a 224,980 Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada – 1.600 kHz

Faixa de 70 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

430,00 a 431,00 Todos os modos Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritários. Não devem interferir em segmentos adjacentes. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

431,00 a 432,00 Dados FM/PM

432,00 a 432,07 CW Reflexão Lunar

432,07 a 432,10 CW Sinais fracos

432,10 CW e Fonia SSB Frequência de chamada CW/SSB

432,10 a 432,30 CW e Fonia SSB Sinais fracos

432,30 a 432,40 CW Emissões piloto.

432,40 a 433,00 Fonia SSB e CW

433,00 a 433,50 Fonia FM/PM Simplex

433,50 a 433,60 Dados FM/PM Rádio Pacote / APRS

433,60 a 434,00 Fonia FM/PM Simplex

434,00 a 435,00 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída + 5 MHz

435,00 a 438,00 Autorizados para comunicação via satélite

438,00 a 439,00 Todos os modos Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritários. Não devem interferir em segmentos adjacentes. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

439,00 a 440,00 Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada – 5 MHz

Faixa de 33 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

902,00 a 902,10 CW Reflexão Lunar

902,10 CW e Fonia SSB Frequência de chamada

902,10 a 902,20 Fonia SSB

902,20 a 903,00 Fonia FM/PM Simplex 903,00 a 903,10 CW e Fonia SSB

903,10 a 903,50 Dados FM/PM

903,50 a 906,00 Todos os modos. Desde que não prejudiquem ou interfiram em segmentos adjacentes.

906,00 a 907,50 Fonia FM/PM Entradas de repetidoras de FM

915,00 a 918,00 Dados FM/PM

918,00 a 921,00 Fonia FM/PM Saídas de repetidoras de FM

921,00 a 927,00 FSTV (todos) ATV (Canal 2)

927,00 a 928,00 Fonia FM/PM FM simplex e links

Faixa de 23 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

1.240-1.260 Todos os modos

1.260-1.270 Autorizados para comunicação via satélite. Frequências de subida de satélite, referência WARC ‘79

1.270-1.276 Fonia FM/PM Entradas de repetidoras, saídas entre 1282 e 1288

1.271-1.283 Par de testes

1.276-1.282 Todos os modos FSTV-AM prioritário; portadora de vídeo 1.277,25 MHz; portadora de áudio:

1281,75 MHz. Outros modos desde que não interfiram em segmentos adjacentes. .282-1.288 Fonia FM/PM Saídas de repetidoras entradas entre 1270 e 1276

1.288-1.294 FSTV (todos) Emissões experimentais de banda larga, simplex ATV

1.294-1.295 Fonia FM/PM

1294,50 Fonia FM/PM Frequência nacional de chamada para simplex

1.295 a 1.297 Fonia SSB e CW Comunicações de banda estreita e sinais fracos

1.295-1.295,80 SSTV (todos), Fac-símile (todos) e Modos Experimentais SSTV, FAX, ACSSB, modos experimentais

1.295,80-1.296,05 CW E Fonia SSB Exclusivamente Reflexão Lunar (EME)

1.296,07-1.296,08 CW Emissões piloto.

1.296,10 CW E Fonia SSB Frequência de chamada CW e SSB

1.296,40-1.296,80 CW E Fonia SSB

1.296,80-1.297 Modos experimentais Emissões piloto experimentais (exclusivo)

1.297-1.300 Dados FM Comunicações Digitais

Faixa de 13 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

2.300 a 2.450 Todos os modos autorizados

Faixa de 9 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

3.300 a 3.600 Todos os modos autorizados

Faixa de 5 centímetros (Operação Classes A, B e C)

Faixa (kHz) Aplicações

5.650 a 5.920 Todos os modos autorizados

Faixa de 3 centímetros (Operação Classes A, B e C

Faixa (kHz) Aplicações

10,00 a 10,50 Todos os modos autorizados

Fonte ANATEL

Finalmente a Brasil 5 ficou pronta, quero aqui agradecer a todos os colegas, que de uma forma ou de outra, contribuíram com valiosas informações para que esta estação estivesse no ar novamente, assim posso divulgar a foto da minha sala de operações, completa com operador , foto do dia 22 de Agosto de 2010, 73 a todos QRV.

Mozar Pilger

PY3 MP

http://globonews.globo.com/ Jornalismo/GN/0,,MUL1604170- 17665-316,00.html 

Monitor de modulação

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Esta ai uma solução barata, para os radioamadores, segundo eu li, basta um recipiente plástico, um conector, fio de cobre, água e sal, coloca-se a água no recipiente e com auxilio de um multimetro, vamos adicionando o sal aos poucos e observando a leitura no multimetro, ate termos algo em torno de 50 OHM mais ou menos ou o mais próximo disto, se passar do ponto jogue a água fora e comece tudo de novo, segundo este vídeo parece que a coisa da certo , vamos testar?