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MEDINDO POTÊNCIAS

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Joel PY3 KT

 

Medindo Potências
Complicando as coisas
Quando assovio o rádio entrega 100 Watts medidos no wattímetro, mas
quando eu falo a potência não passa de 60 …
E daí ???
E daí que…
esta deve ser uma das coisas que mais intrigam o radioamador, até os mais experimentados. Como
resultado vem a ansiedade e a vontade de mexer, “palitar” o transmissor. Isso nos colegas mais
tarimbados nas técnicas e macetes da rádio-eletricidade. Os leigos são invadidos por uma decepção
terrível, complexo de inferioridade e a tradicional questão que mais ouvimos na faixa…
” não está saindo quase nada de potência, acho que tem alguma coisa errada. Vou
ver se descubro…
Meu transmissor está modulando pouco, me dá uma reportagem como estou
chegando por aí… blá, blá, blá…”
Abrir a potência do transmissor normalmente é possível, pois saem de fábrica com uma margem de
folga para que o tanque final não trabalhe em alto regime. Mas lembre-se que essa potência foi
dimensionada pela engenharia. Mexê-la implica em consequências e riscos. Por exemplo, o aumento
na emissão de espúrios do equipamento, geração de harmônicos, mais consumo na fonte de
alimentação que pode não ter sido dimensionada para atender essa nova demanda de corrente, e às
vezes termina com uma discussão com os usuários das freqüências adjacentes, que são
prejudicados com a “bigodeira” (splatter).
O que devemos saber na hora de efetuar uma medida de potência é:
* Qual a forma de onda que está sendo gerada?
* Este sinal dura tempo suficiente para que o medidor de potência dê a
indicação correta?
* A leitura deste medidor acontece em uma só freqüência ou é resultado da
soma de várias outras?
* Os resultados da medida foram Watts em PEP ou RMS ?
Qual a diferença entre Watts PEP e RMS ?
PY3 KT
Joel Costa
RESUMIDAMENTE…,
PEP (Peak Envelope Power) é a potência no pico do envelope de modulação, que varia ao longo do
tempo mas não passa de um valor máximo.
RMS (Root Mean Square) é a potência dissipada por uma carga, ou o valor efetivo de uma tensão
ou corrente média ao longo do tempo de transmissão, ignorando o pico.
Cálculos matemáticos mostrariam as diferenças, mas complicariam e para o Radioamador em geral não
vêm ao caso.
Ah, mas PEP é maior que RMS, não é?
NÃO. PEP nada mais é do que um componente da potência RMS, mas apenas escolhida a medição no
nível do pico do sinal. Sabendo que o estágio de potência do transceptor tem limites impostos pelo projeto,
distorções, etc…, e que a voz é composta de formas de ondas diversas, temos que selecionar o maior valor
de voltagem em um espaço de tempo e usar este valor para calcular a potência PEP. Já a RMS é a média
da potência entregue neste mesmo espaço de tempo.
Dizer “no pico” é importante pois nos alerta que este valor não está presente todo o tempo. Assim,
quando ele ocorrer o medimos e o usamos para o cálculo da potência.
Aqui entra nosso velho conhecido: “Oooola”, na prática um gerador de pico.
A potência máxima neste vocábulo poderia se aproximar de um assovio e chegar nos 100 watts indicados
no wattímetro. E este valor somente acontece de tempos em tempos, no pico do “OOOla”. Assim, para
expressar a potência quando usamos formas de ondas complexas como esta, para efeitos de medição da
potência de transmissão adotou-se o watt PEP.
A preguiça dos Wattímetros
É fácil observar nos wattímetros analógicos o tempo que o ponteiro leva para sair do zero e estabilizar a
indicação quando medimos um sinal contínuo de CW. Com a modulação esta inércia causa a tal crise de
ansiedade. Como a voz produz formas de onda com áreas variáveis, o nosso instrumento só vai indicar
aquilo que ele tiver tempo de mostrar.
As diferenças entre o assovio e a modulação normal é que no primeiro caso estamos praticamente gerando
um pico por tempo suficiente para a leitura ser efetuada. Durante a modulação normal, nem todos os
wattímetros indicam o que devem se não tiverem sido construídos para tal fim. Daí a existência de
instrumentos digitais com retenção de picos, especialmente fabricados para ler formas de onda variáveis e
assim mostrar o valor PEP. Os transceptores mais modernos permitem essa visualização no essímetro, os
quais são digitais, portanto muito mais velozes e eficientes que um analógico (com ponteiro).
Cuidados para não levar à distorção do áudio!
Em SSB a potência é diretamente dependente do nível de modulação. Isto significa que se não tivermos um
processo que mantenha a modulação num nível alto, com certeza a potência vai variar e cair muito. Por isso
PY3 KT
Joel Costa
vemos no wattímetro só 60 watts quando modulamos com poucos picos (em conversa normal) sem
processamento do áudio. Então utilizamos circuitos que aumentam a voltagem daquelas partes menores do
tal envelope de modulação, o que acaba se manifestando como uma quase distorção, tolerável. Ficamos
felizes, pois a potência média crescerá e os wattímetros convencionais mostrarão mais energia sendo
despejada na antena, que para um equipamento de “100 watts” pode ficar entre 80 e 100 watts, dependendo
do instrumento e da quantidade de processamento utilizado. Já os wattímetros digitais “de pico” mostrarão
sempre algo entre 80 e 100W, com ou sem o processador acionado.
Infelizmente, uma coisa que estes instrumentos não mostram são os produtos causados pela saturação nos
estágios de potência dos transceptores. Assim, mexer principalmente nos ajustes de ALC, é a manifestação
mais comum da crise de ansiedade causada pelos wattímetros lentos. Uma coisa é aumentar a potência
média processando áudio ou RF e ter os subprodutos destes estágios (intermodulação e harmônicos)
removidos pelo filtro de SSB. Outra, completamente diferente, é alterar o ajuste do ALC, permitindo
excessos de excitação, distorções audíveis por aqueles que estão na mesma freqüência do “ansioso”. Neste
caso, os produtos que deveriam ser removidos pelo filtro de SSB não o são. E assim temos o splatter,
bigodeira ou outros termos similares. Não há receptor nas freqüências adjacentes que se livre destes
espúrios pois afinal eles são sinais de RF transmitidos.
Para essa estação o wattímetro deveria estar mostrando uns 150 watts! Porém distribuídos da seguinte
forma: 100W na rádio-freqüência mostrada pelo essímetro do operador, e espalhando uns 25W nos 3KHz
anteriores e mais 25W nos 3KHz superiores. Bigodeira, saturação…
Como melhorar sem estragar ?
Por isso, se o seu equipamento somente tem aquele punch com o ALC aberto ou se esta proteção deixa a
modulação “presa”, procure alterar a constante de tempo deste circuito. E para recuperar o punch use o
processador de áudio. Faltou “brilho”? Um filtro de SSB um pouco mais largo na transmissão pode resolver,
ou mesmo um equalizador de áudio para o microfone. O processador “embola”? Revise o ajuste do
oscilador de SSB, que pode estar muito “dentro” do filtro. Ou então se o equipamento somente dispõe de
processador de áudio, reduza a quantidade de graves entre o microfone e o rádio.
O que é a POTÊNCIA EFETIVA IRRADIADA ?
A Potência Efetiva Irradiada ou ERP (Effective Radiation Power) é a potência nominal
entregue na saída do transmissor, menos a perda pela incidência de potência refletida (ROE),
menos a perda que ocorre na linha de transmissão, multiplicada pelo ganho da antena.
Exemplo:
Potência entregue pelo Transmissor …. 100 watts
Perda hipotética por ROE naquela Frequência (10%) … 10 watts
Perda pela linha de Linha de Transmissão naquela Frequência (5%) … 5 watts
Ganho do Sistema Irradiante (3 dBd ou o dobro de ganho em relação a dipolo) … 2
ERP = 170 Watts
Como dificilmente conseguimos ter uma antena sem nenhuma refletida, e como obrigatoriamente acontece
perda de potência na linha de transmissão, é de suma importância que tenhamos um sistema irradiante com
o maior ganho possível para que nossa ERP tenha boa performance.
PY3 KT
Joel Costa
Para que isso fique claro, no exemplo acima, se o operador estivesse utilizando uma antena dipolo,
sua POTÊNCIA EFETIVA IRRADIADA seria apenas de 85 Watts.

PY3 KT
Joel Costa

 

 


O texto abaixo é uma tradução livre do artigo publicado na Space Today Online (http://www.spacetoday.org/).
Traduzido e adaptado por Nicolaus Sallay (PP8DA) PARA TODOS OS RADIOAMADORES

Eis um fato inusitado: mais de 70 satélites construídos por radioamadores foram lançados nas ultimas quatro décadas. O numero é surpreendente devido a estes sofisticados e únicos veículos espaçais serem pouco conhecidos fora da fraternidade radioamadorística.

De fato, grupos particulares de radioamadores em torno do Mundo, construíram dúzias e dúzias de satélites de comunicação e de fins científicos desde o lançamento inicial do OSCAR–1, primeiro satélite feito por amadores em 12 de dezembro de 1961.

A maior organização da atualidade, envolvida com a atividade espacial e a Radio Amateur Satellite Corporation (AMSAT) com sede em Washington DC,

Os membros e entusiastas, associados ou não, são compostos por voluntários de todas as partes do Mundo, que projetam constroem e operam os satélites.

Nos primórdios, após o lançamento do primeiro artefato espacial, o Sputnik-1, pela União Soviética em 4 de Outubro de 1957, naturalmente houve um imenso interesse e pressão política manifestada pelos Estados Unidos em colocar um satélite em orbita.

Na aquela época o Jet Propulsion Laboratory do Califórnia Institute of Technology em Pesadena, operava como laboratório de pesquisa para o exercito norte-americano. Um mês deoius do lançamento do Sputnik 1, o exército pediu ao JPL a construção de um satélite composto de um modulo cientifico e outro de comunica-ções . O resultado foi a construção de um satélite de aproximadamente 10 kg. de peso, denominado Explorer I. O JPL e a Agencia de Mísseis Balísticos do Exercito dos EU, localizado em Huntsville, Alabama, lançaram o satélite em um foguete balístico tipo Redstone do, na época, campo de ensaios de Cabo Canaveral em 31 de Janeiro de 1958.

Esse histórico lançamento do primeiro satélite norte-americano em orbita terrestre abriu o caminho para a corrida espacial com enfase para a Guerra Fria e foi também responsável pela criação da primeira agencia espacial civil, a NASA, da qual o JPL hoje faz parte.

Os radioamadores, mundialmente envolvidos pelo entusiasmo de escutarem o bip-bip-bip do Sputnik, vindo do espaço, com entusiasmo aceitaram o convite de rastear os sinais do Explorer I.

Uma das muitas estações espalhadas pelo Mundo a fora era operada por radioamadores funcionários do JPL, localizado no escritório de um sheriff do subúrbio de Los Angeles, em Temple City.

Alguns radioamadores tiveram uma idéia brilhante: amadores sabem tudo sobre comunicação; se o Governo consegue construir um satélite de comunicações, por-que nós não?

O primeiro satélite de radioamador: um grupo de amadores californianos criou um clube e se autodenominou Projeto Oscar, construíndo o primeiro satélite de radioamador, em 1961. Desde então, a maior parte dos satélites feitos por amadores foram chamados de OSCAR.

O Projeto OSCAR construiu os primeiros quatro satélites. Então, em 1969, foi fundada a AMSAT, cujo primeiro satélite a entrar em orbita foi o OSCAR-5, construído por estudantes australianos.

Todos os satélites tipo ‘high-tech’ foram construídos através de doação de tempo, materiais e meios financeiros pelos radioamadores dos mais diversos países como E.Unidos, Alemanha, Canada, Inglaterra, Australia, Rússia, França, Itália, Japão, Brasil, Argentina e outros – sem querer ser injusto omitindo alguém.

OSCAR. Todos os satélites lançados, patrocinados pela AMSAT, recebem o nome OSCAR que significa Orbital Satellite Carrying Amateur Radio. Ate 2002 , o numero total de OSCARs totalizou 50 satélites.
continue lendo…

 

 

 

APDKO3ECA66ZZMACAH04RPCCACVNVQWCAU7OOABCA88BFDECAHG19CQCA320XBXCA0IZP8SCAXNBMGKCA46XPJXCAM7I021CAELJW0HCAAZM2HJCADKZZOUCA2FR1IGCAP8WD5ACAEIWBHOCARVKABZ

 

As faixas e subfaixas do serviço radioamador no Brasil são normatizadas. As operações das estações devem limitar-se a faixas especificadas, bem como devem ser observadas subfaixas destinadas aos modos e tipos de emissão para as diversas classes:

 

 

 

NORMA RADIOAMADOR – ANEXO B[editar | editar código-fonte]

Aplicações do Serviço de Radioamador por Faixa de Radiofrequências de acordo com a Resolução n° 452, de 11 de Dezembro de 2006 da ANATEL. – Anexo B1 .

 

Faixa de 160 metros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
1.800 a 1.850 CW
1.800 a 1.810 CW
1.809 a 1.810 CW / Emissões Digitais / Piloto
1.810 a 1.820 Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram emsegmentos adjacentes
1.830 a 1.840 CW – DX
1.840 a 1.850 Fonia AM e Fonia SSB

Faixa de 80 metros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
3.500 a 3.800 CW
3.500 a 3.510 CX – DX
3.500 a 3.525 CW
3.520 a 3.525 CW Emissões Piloto
3.525 a 3.580 Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes
3.580 a 3.620 Teletipo SSB (prioritário), Fonia AM e Fonia SSB
3.620 a 3.625 Dados SSB
3.625 a 3.780 Fonia AM e Fonia SSB
3.780 a 3.800 Fonia SSB Uso exclusivo para DX

Faixa de 40 metros (Operação Classes A e B. Classe C de 7.000 a 7.040 kHz )[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
7.000 a 7.300 CW
7.000 a 7.035 CW
7.035 CW / Emissões Piloto
7.035 a 7.040 Dados SSB e Teletipo SSB
7.040 a 7.050 Fonia SSB (DX prioritário)
7.050 a 7.120 Fonia SSB e Fonia AM (Fonia SSB prioritário).
7.120 a 7.140 Modos Experimentais (prioritários), modos não citados nesta faixa, Fonia SSB e Fonia AM (não devem interferir em segmentos adjacentes)
7.150 a 7.200 Fonia SSB e Fonia AM (Fonia AM prioritário).
7.165 a 7.175 Prioridade SSTV
7.200 a 7.300 Fonia AM (exclusivo)

Faixa de 30 metros (Operação apenas para a Classe A)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
10.138 a 10.150 CW, Teletipo SSB, Dados SSB e Modos Experimentais. Todos os modos devem respeitar largura de faixa de 3,0 kHz. Não é permitido Fonia.

Faixa de 20 metros (Operação apenas para a Classe A)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
14.000 a 14.060 CW
14.060 a 14.095 Teletipo SSB
14.070 a 14.112 Emissões Digitais
14.095 a 14.100 Dados SSB
14.100 CW / Emissões Piloto
14.100 a 14.115 Dados SSB
14.225 a 14.235 Prioridade SSTV
14.115 a 14.350 Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos experimentais e não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
14.286 Frequência de chamada AM

Faixa de 17 metros (Operação apenas para a Classe A)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
18.068 a 18.168 CW
18.105 a 18.110 Dados SSB e Teletipo SSB
18.110 CW Emissões Piloto
18.068 a 18.100 CW
18.110 a 18.168 Fonia SSB (prioritário), Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

 

Faixa de 15 metros (Classe A.Classe B de 21.000 a 21.300.Classe C de 21.000 a 21.150 Khz)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
21.000 a 21.450 CW
21.000 a 21.070 CW
21.070 a 21.125 Emissões Digitais SSB
21.090 a 21.125 Dados SSB
21.125 a 21.149 CW
21.149 a 21.150 CW Emissões Piloto
21.150 a 21.450 Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
21.335 a 21.345 SSTV Prioritário

Faixa de 12 metros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
24.890 a 24.990 CW
24.890 a 24.920 CW
24.920 a 24.930 Dados SSB e Teletipo SSB. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
24.930 CW Emissões Piloto
24.930 a 24.990 Fonia SSB (prioritário. Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa.Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.

 

Faixa de 10 metros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (kHz) Aplicações
28.000 a 29.700 CW
28.000 a 28.070 CW
28.070 a 28.200 Teletipo SSB
28.120 a 28.200 Dados SSB
28.200 a 28.300 CW Emissões Piloto
28.300 a 28.675 Fonia SSB
28.675 a 28.685 SSTV SSB
28.685 a 28.700 Fonia SSB
28.700 a 29.300 Modos Experimentais (prioritários). Fonia SSB e modos não citados nestafaixa (não devem interferir em segmentos adjacentes). Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
29.300 a 29.510 Autorizados para comunicação via satélite
29.510 a 29.700 FM/PM Simplex ou repetidoras

Faixa de 6 metros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (Mhz) Aplicações
50,00 a 50,10 CW Comunicados em CW e emissões piloto
50,10 a 50,30 Fonia SSB e CW 50,110 Frequência de chamada
50,30 a 50,60 Todos os modos desde que não interfiram em segmentos adjacentes
50,60 a 50,80 Todos os Modos menos Fonia. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes.
50,80 a 51,00 Todos os Modos Rádio controle permitido
51,00 a 51,12 Fonia SSB e CW Janela de DX Pacífico
51,12 a 51,48 Fonia FM/PM Repetidoras (Entradas) saída + 500 kHz
51,50 a 51,60 Fonia FM/PM Simplex
51,62 a 51,98 Fonia FM/PM Repetidoras (Saídas) entrada -500 kHz
52,00 a 54,00 Todos os modos Desde que não interfiram em segmentos adjacentes

 

Faixa de 2 metros (Operação Classes A, B e C), 144MHz a 148MHz[editar | editar código-fonte]

Faixa (Mhz) Aplicações
144,000 a 144,050 Reflexão lunar em CW prioritário. Contatos terrestres em CW autorizados desde que não prejudiquem a atividade prioritária segmento
144,050 a 144,100 CW
144,090 Frequência de chamada CW
144.100 a 144.200 Fonia SSB, CW e Teletipo SSB Reflexão lunar e sinais fracos em SSB e eventuais contatos em CW. Teletipo SSB desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
144,200 a 144,275 Fonia SSB e CW 144.200 frequência de chamada Fonia SSB.
144,275 a 144,300 CW Emissões piloto.
144,300 a 144,500 Autorizados para comunicação via satélite (prioritário), CW, Fonia SSB e Fonia FM. Contatos terrestres em CW e Fonia SSB e Fonia FM desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
144,600 a 144,900 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída +600 kHz.
144,900 a 145,100 Dados FM/PM Exclusivo Radio Pacote.
145,100 a 145,200 Fonia FM/PM Simplex sinais fracos.
145,200 a 145,500 Fonia FM/PM Repetidoras (saída). Entrada –600 kHz.
145,500 a 145,565 Todos os modos. Exceto Rádio Pacote. Modos experimentais prioritários (não devem interferir em segmentos adjacentes). Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
145,565 a 145,575 Dados FM/PM: Exclusivo APRS.
145,575 a 145,800 Todos os modos. Exceto Rádio Pacote. Modos experimentais prioritário (não devem interferir em segmentos adjacentes). Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
145,800 a 146,000 Autorizados para comunicação via satélite.
146,000 a 146,390 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída +600 kHz.
146,390 a 146,600 Fonia FM/PM Simplex
146,600 a 146,990 Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada –600 kHz
146,990 a 147,400 Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada + 600 kHz.
147,400 a 147,590 Fonia FM/PM Simplex
147,590 a 148,000 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída – 600 kHz.

Faixa de 1,3 metro (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
220,000 a 221,990 Dados FM/PM
222,000 a 222,050 CW Reflexão lunar em CW
222,050 a 222,060 CW Emissões Piloto
222,060 a 222,100 CW 222,100 Frequência de chamada CW e Fonia SSB
222,100 a 222,150 CW e Fonia SSB Sinais fracos
222,150 a 222,250 CW e Fonia SSB
222,250 a 223,380 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída +1.600 kHz
223,400 a 223,520 Fonia FM/PM Simplex
223,520 a 223,640 Dados FM/PM
223,640 a 223,700 Fonia FM/PM e Dados FM/PM Links e sinais de controle. Exceto Radio Pacote.
223,710 a 223,850 Todos os modos Desde que não prejudiquem segmentos adjacentes.
223,850 a 224,980 Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada – 1.600 kHz

 

Faixa de 70 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
430,00 a 431,00 Todos os modos Exceto Rádio Pacote. Modos experimentais prioritários. Não devem interferir em segmentos adjacentes. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
430,00 a 435,00 ATV
431,00 a 432,00 Dados FM/PM
432,00 a 432,07 CW Reflexão Lunar
432,07 a 432,10 CW Sinais fracos
432,10 CW e Fonia SSB Frequência de chamada CW/SSB
432,10 a 432,30 CW e Fonia SSB Sinais fracos
432,30 a 432,40 CW Emissões piloto.
432,40 a 433,00 Fonia SSB e CW
433,00 a 433,50 Fonia FM/PM Simplex
433,50 a 433,60 Dados FM/PM Rádio Pacote / APRS
433,60 a 434,00 Fonia FM/PM Simplex
434,00 a 435,00 Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída +5 MHz
435,00 a 438,00 Autorizados para comunicação via satélite
438,00 a 440,00 Fonia FM
438,00 a 439,00 Todos os modos Exceto Rádio Pacote. Modos experimentais prioritários. Não devem interferir em segmentos adjacentes. Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
439,00 a 440,00 Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada –5 MHz

Faixa de 33 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
902,00 a 902,10 CW Reflexão Lunar
902,10 Frequência de chamada CW e Fonia SSB
902,10 a 902,20 Fonia SSB
902,20 a 903,00 Fonia FM/PM Simplex
903,00 a 903,10 CW e Fonia SSB
903,10 a 903,50 Dados FM/PM
903,50 a 906,00 Todos os modos desde que não prejudiquem ou interfiram em segmentos adjacentes.
906,00 a 907,50 Fonia FM/PM Entradas de repetidoras de FM
915,00 a 918,00 Dados FM/PM
918,00 a 921,00 Fonia FM/PM Saídas de repetidoras de FM
921,00 a 927,00 FSTV (todos) ATV (Canal 2)
927,00 a 928,00 Fonia FM/PM FM simplex e links

 

Faixa de 23 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
1.240 a 1.260 Todos os modos
1.260 a 1.270 Autorizados para comunicação via satélite. Frequências de subida de satélite,referência WARC ’79
1.270 a 1.276 Fonia FM/PM Entradas de repetidoras, saídas entre 1282 e 1288
1.271a 1.283 Par de testes
1.276 a 1.282 Todos os modos FSTV-AM prioritário; portadora de vídeo 1.277,25 MHz; portadora deáudio: 1281,75 MHz – Outros modos desde que não interfiram em segmentos adjacentes.
1.282 a 1.288 Fonia FM/PM Saídas de repetidoras entradas entre 1270 e 1276
1.288 a 1.294 FSTV (todos) Emissões experimentais de banda larga, simplex ATV
1.294 a 1.295 Fonia FM/PM
1294,50 Fonia FM/PM Frequência nacional de chamada para simplex
1.295 a 1.297 Fonia SSB e CW Comunicações de banda estreita e sinais fracos
1.295 a 1.295,80 SSTV (todos), Fac-símile (todos) e Modos Experimentais SSTV, FAX, ACSSB, modos experimentais
1.295,80 a 1.296,05 CW E Fonia SSB Exclusivamente Reflexão Lunar (EME)
1.296,07 a 1.296,08 CW Emissões piloto.
1.296,10 CW e Fonia SSB Frequência de chamada CW e SSB
1.296,40 a 1.296,80 CW E Fonia SSB
1.296,80 a 1.297 Modos experimentais Emissões piloto experimentais (exclusivo)
1.297 a 1.300 Dados FM Comunicações Digitais

 

Faixa de 13 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
2.300 a 2.450 Todos os modos autorizados

 

Faixa de 9 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
3.300 a 3.600 Todos os modos autorizados

 

Faixa de 5 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (MHz) Aplicações
5.650 a 5.920 Todos os modos autorizados

 

Faixa de 3 centímetros (Operação Classes A, B e C)[editar | editar código-fonte]

Faixa (GHz) Aplicações
10,00 a 10,50 Todos os modos autorizados

 

Referências

 

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