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PROJETO DE LEI
Dr. Basegio: Aprovado PL que cria a Semana Estadual do Radioamadorismo
Ana Luisa do Nascimento – MTE 11712 | PDT – 18:15-15/10/2013 – Foto: Carlos Eduardo Lando
Aprovado PL, de autoria do<br />
          deputado Basegio, que cria a Semana Estadual do<br />
          Radioamadorismo
A Assembleia Legislativa aprovou com unanimidade o Projeto de Lei, de autoria do deputado estadual Dr. Basegio (PDT), que cria a Semana Estadual do Radioamadorismo, a ser comemorada sempre na primeira semana de novembro. Durante seu pronunciamento, o parlamentar destacou a importância dos serviços prestados pelos radioamadores à sociedade como fator de integração entre as pessoas, regiões e países. A votação aconteceu terça-feira (15) no plenário Vinte de Setembro.

Conforme Basegio, o PL visa resgatar a história desse meio de comunicação e estimular o assunto na Rede Estadual de Ensino. “Criar a Semana Estadual do Radioamadorismo é resgatar um pouco da história do gaúcho Landell de Moura e, de uma maneira singular, levar até nossas escolas da rede estadual de ensino a oportunidade de inserção e conhecimento dessa importante forma de comunicação”, explicou Basegio.

No documento, o deputado recorda a trajetória do radioamadorismo, desde sua origem, quando operadores de uma rede telegráfica nos Estados Unidos, em seus horários de folga, usavam o método de comunicação através de correntes elétricas. Este método é conhecido como Código Morse, criado em 1835 por Samuel Morse.

O radioamadorismo existe no Brasil desde 1909. Na época, utilizado exclusivamente pelas Forças Armadas, era considerada uma atividade clandestina. Através do decreto nº 16.657, em novembro de 1924, o Brasil reconhece o Radioamadorismo e retira clandestinidade de seus praticantes.

Recentemente, o Ministério da Integração Nacional, através da Portaria 302, criou a Rede Nacional de Emergência de Radioamadores – RENER como parte integrante do Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC. O serviço de radioamadorismo mostra-se fundamental, especialmente na solução de problemas envolvendo catástrofes naturais.

Link da Noticia

Ola amigos hoje estou orgulhoso e feliz, nesta data tão importante para o Rio Grande do sul, os gaúchos mais uma vez mostraram a todos como se desfila, isto sim é comemorar a data mais importante do sul, perdemos a guerra , mas não perdemos o orgulho de ser do rio grande, nossas tradições e feitos ecoaram pela eternidade, VIVA O 20 DE SETEMBRO, abaixo fotos do desfile, atentem para a comissão de frente, com esta ninguém se atreveu a  protestar!!!!

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É com o espírito carregado de graves apreensões que venho considerando os mais recentes acontecimentos de nossa vida pública. As instituições são desrespeitadas, a insegurança jurídica aumenta, a faculdade de opinar vai sendo ameaçada, insuflam-se conflitos entre brasileiros, sobre as forças dinâmicas da Nação se abatem legislações cada vez mais sufocantes e até nossa diplomacia – outrora reconhecida por seu equilíbrio e subtileza – é vilipendiada.
Aumenta, dia a dia, em considerável parte de nossa população – afável, ordeira e laboriosa – o sentimento de inconformidade e rejeição ante os crescentes desmandos de algumas de nossas mais altas autoridades, obstinadamente comprometidas com metas ideológicas avessas ao sentir da alma cristã de nosso povo.
O País assiste nestes dias, estupefato e incrédulo, ao que algumas vozes ponderadas já não hesitam em qualificar de um moderno tráfico de escravos ideológicos.
A classe médica e considerável parte da população vê com aversão a vinda (“importação”!) para o nosso País de médicos cubanos como “solução” para um sistema estatal de saúde em boa medida falido, devido ao descaso do próprio governo.
Enviados para o Brasil – a mando das autoridades que há décadas envolvem a outrora pérola do Caribe nesse ambiente obscuro, miserável e trágico, típico das nações-masmorras sobre as quais se abateu o comunismo – tais médicos são massa de manobra de inconfessados desígnios.
Enquanto é legítimo duvidar dos conhecimentos científicos de muitos deles, não é difícil conjecturar que alguns aqui desembarcarão como agentes da ideologia socialo-comunista vigente em Cuba, como tem acontecido em países como a Venezuela e a Bolívia. Além disso, muitos, separados propositalmente de seus familiares, aqui ficarão confinados em seus locais de trabalho, sem que seja clara a garantia de sua liberdade de ir e vir, bem como de outros princípios básicos de nosso Estado de Direito. Isso para não mencionar que parte do pagamento deste trabalho escravo hodierno será enviado pelas autoridades brasileiras às autoridades do regime cubano.
A se consolidar esta espúria operação, o Brasil terá sido empurrado decididamente para os descaminhos do totalitarismo. Hoje escravidão de pobres cubanos, amanhã talvez de brasileiros.
É, pois, com repulsa que vejo autoridades da República, com profundos laços ideológicos com o regime comunista de Cuba, fazerem semelhante acordo, favorecendo ademais a sobrevivência de uma ditadura que visa estender pelo território brasileiro os males com que o expansionismo castrista fustiga há décadas países de nosso Continente.
Para que o Brasil prossiga sua trajetória histórica sem conhecer as discórdias, agitações e até morticínios que têm caracterizado as revoluções de índole socialo-comunista, urge que os brasileiros, das mais diversas condições, abandonem certa inércia desavisada na qual se encontram e se articulem para fazer refluir as ameaças que, contrárias ao modo de pensar, de agir e de viver, da grande maioria de nossa população, vão baixando sobre o País.
É neste sentido que elevo minhas preces a Nossa Senhora Aparecida, a quem Dom Pedro I consagrou o Brasil, logo após nossa Independência, como Padroeira e Rainha.
Dom Luiz de Orleans e Bragança
1º de setembro de 2013

NOSSAS  RAIZES

Para bem desenvolver a idéia de explorar as raízes da formação sócio-cultural do gaúcho sul-rio-grandense foram selecionados os seguintes momentos da nossa história:

1. OS JESUÍTAS NO TERRITÓRIO GAÚCHO

As reduções jesuíticas constituídas entre 1626 e 1641. A introdução do gado pelos Pe. Cristovão de Mendonça e Pedro Romero, o que resultou nas vacarias do Mar e dos Pinhais, além do uso do cavalo na lida campesina.  Mais tarde, com o retorno dos jesuítas ao território temos a formação dos Sete Povos das Missões. Deste segundo momento podemos explorar a questão da religiosidade, da expansão da erva-mate, as esculturas e a música (1682 a 1756). Importante estudar a Guerra Guaranítica (1754-1756) e suas consequencias.

2. A TERRA DE NINGUEM

O período compreendido entre a chegada dos jesuítas e a chegada dos portugueses caracterizou-se pela ausência de governo, de regramento e de organização mínima daquela “sociedade” que começava a aparecer, com predomínio da exploração do gado e o comércio do couro. Surge aí o tipo humano denominado “gaudério”, depois batizado de gaúcho. Foi nesse período que os portugueses instalaram a Colônia do Sacramento (1680), às margens do Rio da Prata e intensificou-se a movimentação de tropas entre Laguma e o Sacramento, especialmente pelo litoral. Surge, no cenário, Cristóvão Pereira de Abreu que é considerado o primeiro tropeiro. Esse tropeiro abre o primeiro caminho para levar tropas de gado e mulas do Rio Grande do Sul para a Província de São Vicente, hoje São Paulo. Era o início do tropeirismo./

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